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A comparison chart illustrating the differences between psychology and AI users, detailing input, output, and interventions with a focus on subjective models in psychology and data processing in AI.
Comparison between psychology and AI users: both deal with complex systems whose internal mechanisms they do not fully understand. In psychology, subjective models of the mind (e.g., Freudian psychoanalysis, humanistic approaches) interpret input data such as childhood experiences, social stressors, or emotional trauma, producing outputs like behavioral predictions, diagnoses, or classifications. Interventions involve introducing more or different data, such as therapeutic dialogue, new environments, or behavioral exercises. Similarly, AI users provide inputs (training data, feature sets) to neural networks, without fully understanding their internal mechanisms, and obtain outputs such as inference, prediction, regression, and classification. When the results are unsatisfactory, they adjust by supplying more or different data. Risk: Garbage In, Garbage Out — low-quality inputs lead to poor and unreliable outputs in both domains.
Infográfico comparando psiquiatria e engenheiros de aprendizado de máquina, detalhando como funciona cada campo, incluindo tipos de entradas, saídas e intervenções, além de destacar o risco de dependência excessiva de informações limitadas.
This figure compares psychiatry and machine learning engineering as disciplines that process input data to generate outputs, guided by knowledge of their respective systems. On the left, psychiatry integrates therapy data, medical records, patient history, and genetic screening to produce diagnoses and possible treatments, based on scientific understanding of the brain from neurobiology, genetics, and molecular biology. Interventions involve combining psychological techniques with pharmacological treatments. On the right, machine learning engineers use input data to produce inference, regression, prediction, and classification, supported by complete knowledge of AI architectures and algorithms. Interventions include adjusting rewiring, architecture, weights, biases, hyperparameters, and data conditioning. At the bottom, the risk highlights the danger of over-relying on limited or poor-quality input data without fully understanding the underlying model, which can lead to flawed outcomes in both domains.

Millions of Brazilians already undergo therapy through AI — and why this is a problem” by Camila Brandalise, São Paulo, 02/07/2025 05h30 (in Portuguese)


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